domingo, 11 de março de 2012

Virar a página

Ás vezes acho que ainda não virei a página, que ficou uma ponta dobrada que teimo em revirar para olhar para trás.
Ás vezes ainda choro a ferida, como uma criança a quem arrancaram o peluche dos braços. Porque ás vezes ainda é assim que me sinto, que me arrancaram um bem precioso, que me roubaram algo. Como se tivessem levado um pedaço de mim.
Ás vezes ainda choro a injustiça de como tudo foi feito, ainda choro as despedidas, as agora ausências, a "família" destituída.
Acima de tudo, ás vezes choro a injustiça dos talentos desperdiçados agora em casa, á espera que alguém acredite novamente neles. Choro, porque dói. 
E eu sei que tenho de desdobrar a dobra e não voltar a virar página para atrás, que tenho de seguir em frente até que olhar para trás não me doa tanto. And so my prayer is to love what comes the same way I loved what I have left back. But in order me to do that, I need to turn the page. Turn the page now.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

desabafo

...a capacidade que as pessoas têm de desligar das coisas quando acontece aos outros e não com elas é impressionante...

domingo, 15 de janeiro de 2012

Facebook

É impressão minha o facebook começa a lembrar muito aquelas newslettes chatas com ppts ou com bonequinhos que recebemos no mail? Nherf!

Já uma pessoa não pode ser anti-social! Fonix!

Fogo já me apanharam! É assim tão mau que eu não queira ter como amigo no facebook pessoas que conheço há poucos dias?! Give me a break! Depois uma pessoa não pode "desabufar" á vontade, mas enfim, lá terei que aceitar e começar a pensar melhor naquilo que publico no facebook (não é que eu escreva coisas escandalosas mas tenho de começar a pensar se realmente quero partilhar aquilo ou se é content-appropriate para quem me conhece a tão pouco tempo)...lá se vai a minha "liberdade de expressão".

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Eich...porquÊÊÊ???

...calhar numa turma cheia de miúdos de 15 e 16 anos...que bom! Estou tão contente! NOT!
Ainda se a Prof. fosse a mesma, mas nem isso...a Sra. parece que lhe falta um parafuso, quase que se ri sozinha!
Leticia volta estás perdoada!
Tânia por que é que não ficámos na mesma turma outra vez! Ao menos tinha com quem desabafar as mágoas!!! Buaaaah!!!

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

I miss you all a lot

Sometimes I miss you all a lot: the faces, the smiles, the comfort zone... memories from a once happy place.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Aprender dói e não é pouco

Eu tenho um problema: até que alguém me dê razões para isso, eu confio plenamente, digo tudo a uma pessoa que se demonstra acessível e simpática para mim. E depois, como é óbvio, levo um murro no estômago quando descubro que a pessoa não é trust worthy. Mas também, como escorpiã que sou, a partir desse momento, polite always, mas sempre de pé atrás. Postura corcunda no more, peito para fora barriga para dentro e siga. (pelo menos até me esquecer)

Depois há momentos em que sou desconfiada de quase todos. A vida começou a mostrar-me bem cedo a maldade das pessoas, bem pequena as pessoas à minha volta ensinaram-me a não confiar, porque a seguir elas davam a facada. Cada vez que voltava a confiar em alguém, esse alguém dava a facada logo no momento seguinte. E é em momentos como este, em que eu reaprendo em quem ou não confiar, que eu me lembro: mas que raio, tu já levaste tantas ainda não aprendeste que não podes dizer tudo, que nem todos são de confiança?

sábado, 31 de dezembro de 2011

Noite de Reveillon 2011-2012

Não sei porquê, mas esta noite quis tanto que estivesses cá para dançar com a mãe e para ver a tua cunhada dançar com o teu amigo de outrora.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Rotina volta, estás perdoada!

Desde que tenho mais tempo livre (digamos assim), que tenho muita dificuldade em estabelecer uma rotina diária. Não consigo deitar-me cedo (porque não tenho argumentos sólidos que digam ao meu corpo: "vai-te arranjar para dormires, já!") e, consequentemente, não consigo levantar-me cedo para fazer aquilo que quero. Quando o despertador toca, eu bem tento contrariar o feeling "dorme mais um bocadinho, tu ontem deitaste-te tarde, além disso, tu podes", mas está a ser difícil. Esta semana consegui levantar-me ás 9h45 (ah, sim, porque depois eu ponho horas ridículas no despertador como 9h37 ou 9h42 como se o facto de não pôr horas certas no relógio me fosse fazer saltar da cama assim que o despertador toca), ás 9h50 e, como continuo a deitar-me tarde, tenho maiores olheiras agora do que antes. É ridículo! Eu faço um plano, eu digo-me a mim própria "é esta noite que eu me vou deitar cedo", mas a última vez que olho para o relógio nunca é nem perto da hora a que me tinha proposto deitar. E fazer exercício? Também fazia parte do plano, mas não está a ser cumprido não. E a dieta? Huum, acho que o torcido de chocolate que comi hoje e o pastel de nata de ontem que a mãe trouxe da pastelaria (mesmo depois de eu ter dito NÃO TRAGAS MAIS BOLOS PARA CASA!) dizem tudo. Preciso urgentemente de me disciplinar e criar uma R-O-T-I-N-A saudável!
Alguém tem alguma sugestão?

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Força, miúda, não te vás abaixo agora

Já passaram alguns dias desde que deixei a TPH. As coisas não estão propriamente fáceis. As notícias no Jornal da Noite são cada vez piores, as ofertas não são muitas e as coisas cá em casa também não estão fáceis. Tudo é um drama, tudo é um stress para a minha mãe. Não me parece que vá aguentar isto muito tempo. Mas hoje acordo com o esforço extra de não me tentar afectar por isto e pôr os meus olhos acima disto tudo. Não me posso deixar ir abaixo. Já tive momentos em que chorei longe de todos, passa muitas vezes na cabeça "o que vai ser de mim/nós agora", passa desespero de vez em quando, não vou mentir, mas eu tenho de virar a página e     ver o que não se consegue ver ainda. 
Vamos lá a isto. Vamos tentar?

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Quando cair a ficha não vai ser bonito...

A minha parte emocional ainda não acredita no que está acontecer. Para mim, os colegas que hoje saíram definitivamente da TPH vão de férias. 
"Emocionalmente ainda não acredito. Tu para mim vais de férias outra vez, Margarida.", disse eu. 
Este estado de negação não é bom. Eu sei que quanto mais me nego sentir o que tenho a sentir, maior vai ser a queda no dia em que me cair a ficha. 
Hoje à noite já começaram a vir ao de cima alguns sentimentos que estavam lá em baixo bem tapadinhos, talvez  manifestados por hoje me ter despedido da pessoa que entrou no mesmo dia que eu no AP e com quem partilhei tantas preocupações e desabafos normais do trabalho. A ficha começa a desligar-se da tomada. Começa a estar na hora de dizer adeus.
Mesmo assim, o grande cair da ficha, quando me cair a realidade em frente do nariz, ainda não aconteceu e aí meus amigos, vai doer.

domingo, 2 de outubro de 2011

Mais 15 dias...

Mais 15 dias e acabou-se. Um último esticão. And yet acho que ainda não me caiu a ficha de que vai mesmo acabar. Que vou deixar de ver aquelas mesmas pessoas diariamente, que já não vou ter aquela rotina diária de entrar, dizer bom dia ao segurança de serviço, ir à copa pôr o almoço no frigorífico ao mesmo tempo que tiro um garoto da máquina de café (e dizer bom dia aos que já lá estão a/para fumegar), carregar no botão do elevador, esperar que ele venha (e ultimamente desejar que ele não traga aromas do oriente), chegar ao 5ºandar, dizer bom dia aos colegas já sentados ao computador, ir dizendo bom dia aos que vão chegando, ir à pausa da manhã aquela hora, etc. Mais 15 dias e já não vou percorrer aquele caminho, subir aquela rua para entrar naquela porta. Neste momento, a minha cabeça já aceitou o final da situação, mas a parte emocional, essa, sei que só Segunda-feira, dia 17 de Outubro, quando já não tiver de repetir a minha rotina diária para entrar por aquelas portas e ir buscar o meu garoto e subir ao 5ºandar e ... aí, só aí, vai-me cair a ficha. Até lá procuro preparar-me psicologicamente para os dias da despedida e, se possível, aproveitar cada momento com as caras que tanto me habituei a ver diariamente nestes últimos quase 3 anos de vida.

domingo, 11 de setembro de 2011

Gosto por Fotografia - Novo Blog


O Dancing with myself não vai deixar de existir, mas vai co-existir com este novo blog que deverá conter apenas imagens (os meus desabafos vão continuar a aparecer aqui).

Aqui fica um cheirinho do primeiro post do http://tatigrafia.blogspot.com/ (post esse que penso ser o único deste novo blog a conter apenas texto):

Gosto por Fotografia

O gosto por fotografia começou há uns anos atrás, quando me atiraram uma máquina fotográfica para as mãos e me disseram para ajudar a tirar umas fotografias num casamento de uns primos. Primeiro, ralharam comigo porque gastei os rolos todos num instante (e ainda por cima nem a máquina, nem os rolos eram meus), mas depois, ao que parece, a famelga (e os noivos) gostaram muito das minhas fotografias. Desde aí, tenho sido chamada a ser a paparazzi dos restantes casamentos e acontecimentos familiares importantes.
Não quer isto dizer que eu seja grande fotógrafa, até porque não tenho muito tempo para treinar, mas esse foi o momento em que descobri o gosto e a paixão pela arte de fotografar.
(... continua)

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Peripécias

Ontem fiquei sem sandália a caminho do comboio, hoje fico sem mala a subir a rua. Não percebo. Se querem falar comigo é só telefonarem, mandarem-me um fax whatever, mas isto assim não pode continuar...

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

A Ice Tea de Pêssego


Já queria ter feito este post há muitos dias atrás, mas as últimas e atribuladas circunstâncias não o permitiram e, mesmo assim, não sei se o meu presente espírito vai permitir que isto saia como eu quero, mas bora lá tentar.

Já merecias este post há algum tempo. Sempre foste uma boa amiga, mas nos últimos anos tornaste-te numa grande. Quando olho para trás, vejo que estiveste lá, muitas vezes, quando outros que eu esperava que estivessem, não estiveram lá para me apoiar. Estiveste lá quando eu precisei de algo, tu estavas lá.

Tens folhas de teste? Vamos tomar um café? Dás-me umas dicas para respirar pelo diafragma? (apenas 3 das muitas situações em que me safaste) Não és pessoa de voltar costas aos outros (pelo menos aos teus amigos). Dás(-te) tudo aos outros, mas nem sempre foste devidamente recompensada/reconhecida por isso.
Fico muito contente por teres encontrado quem encontraste, quem te reconheça e que vás construir uma vida, a tua vida. Já merecias isso há muito tempo. Mas tudo tem um tempo, talvez antes não fosse o teu. Este é o teu tempo. E acho que finalmente encontraste alguém que, além de poderes cuidar, cuide também de ti. E ganhaste mais um par de pais, loving parents so it seems. Mas vou ter muitas saudades. Já tenho poucos amigos e tu vais para longe (UK) e eu sei por várias experiências que a distância esfria uma amizade. Resta-me a pouca esperança que isso não aconteça.

Hoje ao passar pela tua (antiga) rua, tive o reflexo (o mesmo que costumo ter cada vez que atravesso a Duque de Ávila) ali ao fundo mora a Manata, mas depois foi logo corrigido. Não, já não mora ali. A partir de agora já não posso passar por aqui e pensar "o que estará a Manata a fazer, será que ela quer ir tomar um café ao Magnetic?".

Obrigada por tudo, todos os momentos, por não me teres esquecido depois da faculdade ter terminado, por me teres ajudado sempre que pudeste no que pudeste, obrigada por teres escolhido continuar a ser minha amiga. Obrigada (e desculpa-me se este post podia estar melhor, mas realmente as circunstâncias pelas quais estou a passar não me inspiram nada).

domingo, 14 de agosto de 2011

'When life is a bitter pill to swallow, you've gotta hold on to what you believe'

Believe that the sun will shine tomorrow

Hoje a minha mãe fez anos. Estava deprimida, não queria nada, não queria nada. Pouco a pouco e sem grandes festas, durante o dia consegui alguns sorrisos. Não queria festa, mas a família veio cá com um bolo caseiro ao final do dia e com umas velas cantar-lhe os parabéns. Foi bom sentir alguns raios do sol que outrora fomos. Mas quando eles se foram embora, na despedida, o abraço sentido e longo de prima mais velha (a minha prima) para prima mais velha (a minha irmã) que assisti reflectiu a fase menos boa que estamos a passar, o "eu compreendo. força." daquele abraço da minha prima para a minha irmã. Ninguém disse nada, mas todos os que assistimos aquele abraço sabemos o que significava, o que dizia. E penso que também significava o "eu tenho saudades do que a nossa família era".
Já passámos por tanto e agora novamente a termos que passar por isto. Já tive muitos anos de sofrimento, agora penso que já chega.
A minha mãe continua em baixo, de vez em quando sobe um bocadinho, mas parece não durar muito. Neste momento preciso, aliás, precisamos de fé. Acreditar. Mãe, por favor, acredita.
E eu tenho de arranjar forças, ter fé, porque já sei que o meu papel é animar quem precisa até porque se não o fizer eu própria sufoco na tristeza e aperto de coração que se tem sentido. E, apesar de estar magoada por mil e uma razões, cansada por mais mil e outra, eu tenho de acreditar. Ajuda-me a não desistir.

We weren't born to follow, Bon Jovi

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Que parva que sou

Hoje as lágrimas não me largaram.
Quando ontem me pediram para adiar as férias num mail geral para todos, eu pensei: "É um sacrifício, vai ser difícil, mas eu faço-o, vão todos fazê-lo, vai ser um esforço, um sacrifício de/em equipa." E aceitei mudar as férias de acordo com o que viesse a ser necessário para dar formação aos romenos.
Eu tinha 2 semanas marcadas em Agosto e uma a meio de Setembro. Hoje fiquei sem elas e marquei, com muito custo (porque ainda insistiram comigo para eu não pôr dias ali), 2 semanas para o final de Setembro.
Qual não é o meu espanto e choque hoje, quando descubro que a única parva e otária que vai fazer o sacrifício sou eu.
Qual não é o choque...primeiro recebo um mail a dizer "entrega-me a alteração de férias" e logo outro a seguir a relembrar as férias que iam acontecer no mês de Agosto: nem um dos meus chefes abdicou/alterou as suas férias e apenas um colega puxou uma semana mais para o lado, mas aqui a je teve que abdicar completamente das férias de Agosto e mesmo a semana a meio de Setembro teve de ser adiada.
Mas é claro, Tatiana, que ingénua, então, mas tu achas mesmo que alguém ia pensar o mesmo que tu? Abdicar das férias em prol do trabalho? Em solidariedade com quem as tinha de alterar? Óbvio que não. Que parva que sou.

E já nem à Roménia vou. Com o CAP, 3 semanas não dá e 2 semanas não ia lá fazer nada ao que parece. Isso não é culpa de ninguém, mas é triste. Porque se tinha de ficar, ao menos que fosse ver coisas novas. Mas não.

E depois perguntam-me "Estás triste?".
Não, é o dia mais feliz da minha vida, queres ver?
Ah, e não me peçam para desejar boas férias a algumas pessoas, porque não o vou conseguir fazer para já.
O que me magoa é a ilusão agora completamente destruída de que outros fossem ou considerassem fazer o mesmo que eu.
Que desilusão. Mas qual desilusão?

Que parva e otária que sou!

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

The search for hope

'(...) Everything else around me will fade to the background
And I'll be struck full by the truth in your gaze
As you work and indelible change in me (...)'

Indelible, Brooke Fraser

In a deep search for hope, when things aren't well in or outside this place and the world stops smiling, I forget to but You remind me to hold on to You because You are HOPE.

YOU ARE.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Faith

'Mother mother tell your children
That their time has just begun
I have suffered for my anger
There are wars that can't be won
(...)
Everybody's bitching 'cause they can't get enough
(...)
Faith! You know you're gonna live trough the rain
Lord we've gotta keep the faith
Faith! Dont you let your love turn to hate
Now we've gotta keep the faith

Keep the faith, keep the faith
Lord we've gotta keep the faith
(...)
Everybody's bleeding 'cause the times are tough
Well it's hard to be strong
When there's no one to dream on

Faith! You know you're gonna live trough the rain
Lord we've gotta keep the faith
Faith! Dont you know it's never too late
Right now we gotta keep the faith
Faith! Dont you let your love turn to hate
Lord we gotta keep the faith'

'Keep the faith', Bon Jovi

Montanha Russa

Honestamente não sei onde é que isto vai parar assim. Estou bem, mas alguém me diz algo (nem sempre algo que pudesse suscitar grandes alterações de humor) e eu fico com vontade de chorar. Não sei se é do baque que levei, mas mesmo se for, já devia ter recuperado. Não me costumava deixar afectar a mim nem à minha alegria tão facilmente. Ora estou bem, ora estou cansada, ora estou bem disposta, ora estou numa tristeza que só me apetece chorar. Talvez seja quando me apercebo que mais de metade dos meus planos foram por água abaixo, talvez seja por uma série de "what if"s que me rodeiam, talvez seja o stress e falta de motivação das pessoas à minha volta que me estão a afectar, talvez seja porque o noticiário não tenha uma boa notícia para me dar, talvez...talvez...
Só sei que não vou aguentar esta montanha russa de estados de humor por muito tempo.
Onde está o meu sorriso, a minha alegria, onde foi?
Gostei muito do concerto dos Bon Jovi, mas acho que não aproveitei ao máximo, porque me irritei com a falta de civismo das pessoas ao ponto de me apetecer chorar. Ora e porque é que o facto de um gajo de 1,80m se pôr à minha frente me deu uma vontade de chorar que quase não a conseguia conter se eu já me tinha mentalizado que o concerto dos Bon Jovi seria muito provavelmente só para ouvir e não para ouvir e ver?
Mesmo assim lá larguei as minhas mágoas no "Keep the faith"e "Have a nice day", mas houve momentos em que sentia uma tristeza que me impedia de aproveitar ao máximo. Gostei e aproveitei bem, mas não no meu máximo dos máximos porque não estava no meu melhor.
Onde é que se passa comigo?